Na noite de segunda-feira (22), a Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) as alegações finais contra o núcleo 2 da tentativa de golpe de Estado em 2022. O órgão pede a condenação dos réus por crimes como organização criminosa armada e tentativa de golpe de Estado. O procurador-geral Paulo Gonet destacou que as atividades do grupo foram registradas em mensagens e arquivos digitais, evidenciando a participação de pessoas em posições relevantes. A fase de alegações finais antecede o julgamento que decidirá sobre as condenações ou absolvições dos acusados.

A Procuradoria-Geral da República enviou ao STF alegações finais contra o núcleo 2 da tentativa de golpe de Estado de 2022.
Na noite de segunda-feira (22), a Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) alegações finais contra o núcleo 2 da organização criminosa que atuou na tentativa de golpe de Estado em 2022. O órgão pediu a condenação de seis réus, entre eles, Sousa Oliveira e Filipe Garcia Martins Pereira, pelos crimes de organização criminosa armada e tentativa de golpe de Estado.
Crimes e implicações
Os réus devem ser responsabilizados também por dano qualificado ao patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado. O procurador-geral Paulo Gonet enfatizou que as atividades do grupo foram documentadas por meio de trocas de mensagens e arquivos digitais, mostrando um planejamento que incluiu monitoramento de autoridades e elaboração de um decreto que violaria a democracia.
Próximos passos do julgamento
O STF, após ouvir testemunhas e revisar as alegações finais, se prepara para decidir sobre as condenações. A fase atual é crucial, pois é a última oportunidade para que acusação e defesa apresentem seus argumentos antes do julgamento final, que definirá o futuro dos acusados. A decisão deverá ser tomada pela Primeira Turma da Corte, com data ainda a ser marcada.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com










