A vitória de Anderson Barbosa da Silva no Festival de Música de Rorainópolis (Festmur 2025) está envolta em polêmica. O cantor, que conquistou o prêmio de Melhor Intérprete e R$ 10 mil com a canção “Impermanência”, é acusado de plágio. A similaridade com a música “Réquiem”, do ex-vocalista da banda Rosa de Saron, Guilherme de Sá, levantou questionamentos nas redes sociais.
Internautas apontaram semelhanças melódicas e textuais entre as duas canções, levando a acusações de plágio. O Festmur, conforme o edital, exigia a apresentação de músicas autorais inéditas. A organização do festival ainda não se pronunciou sobre o caso.
Um vídeo comparativo, que viralizou nas redes sociais, destaca trechos das duas músicas. A montagem evidencia a semelhança em certos versos, como “Sabe a dor que está aí?” e “Sabe o amanhã que viu ruir?”, presentes em ambas as composições, ainda que com inversões.
Procurado pela reportagem, Anderson Barbosa informou que se manifestaria sobre o caso em outro momento. A Prefeitura de Rorainópolis, responsável pela organização do Festmur, também não emitiu comunicado oficial sobre a controvérsia e sobre a possível necessidade de reaver a premiação.
Aguardamos o posicionamento oficial de Anderson Barbosa e da Prefeitura de Rorainópolis sobre as acusações de plágio. O caso levanta debates sobre a originalidade em festivais de música e as responsabilidades dos organizadores na verificação da autenticidade das obras.
Fonte: http://www.folhabv.com.br










