Colisão entre micro-ônibus da saúde e caminhão revela tragédia com 23 vítimas em Ipiranga

Colisão frontal na BR-373 entre micro-ônibus da Secretaria de Saúde de Imbituva e caminhão causou 23 mortes, incluindo mulheres, homens e crianças. O acidente, o mais grave no Paraná em cinco anos, expõe riscos na rodovia e deixa investigação em curso.
Tragédia na BR-373 deixa 23 mortos e revela falhas na segurança rodoviária
Um grave acidente na madrugada desta quarta-feira (19), na BR-373, em Ipiranga, nos Campos Gerais do Paraná, expôs novamente os perigos e a falta de controle efetivo nas rodovias estaduais. A colisão frontal entre um micro-ônibus da Secretaria de Saúde de Imbituva e um caminhão resultou em 23 mortes, incluindo 13 mulheres, oito homens e duas crianças, além de cinco sobreviventes.
Circunstâncias do acidente e perfil das vítimas
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o caminhão teria invadido a pista contrária, atingindo o micro-ônibus que levava pacientes para consultas na Região Metropolitana de Curitiba. O veículo pesado circulava vazio, entre Carambeí e Prudentópolis. A tragédia não poupou ninguém: o motorista do micro-ônibus, Erick Wiertel, e o caminhoneiro Alex Rivail, morador de Castro, estão entre os mortos.
Repercussões políticas e sociais
Este foi o acidente rodoviário mais grave no Paraná nos últimos cinco anos, reacendendo questões sobre a manutenção e fiscalização das rodovias estaduais. A BR-373, palco frequente de acidentes, carece de melhorias urgentes para prevenir novas tragédias. As autoridades locais e estaduais enfrentam pressão para agir com firmeza e evitar que vidas continuem sendo perdidas por negligência estrutural.
Investigação e suporte às famílias
As investigações estão a cargo da PRF, Polícia Científica e Polícia Civil do Paraná, buscando esclarecer as causas exatas da colisão. Enquanto isso, a Prefeitura de Imbituva organiza um velório coletivo e oferece suporte psicológico e jurídico às famílias das vítimas, que ainda vivem o impacto da perda.
Esta tragédia deixa claro que o descaso com a infraestrutura e a fiscalização rodoviária não pode continuar. O custo em vidas humanas é alto demais para que medidas eficazes sejam adiadas.
Fonte: bandab.com.br










