Gabriel Bortoleto deixou o GP da Holanda com um misto de frustração e interrogação. Após largar em uma promissora 13ª posição, o piloto brasileiro viu suas chances de pontuação escorrerem pelo ralo, terminando a corrida em um distante 15º lugar. O sentimento predominante foi de que a estratégia adotada pela equipe Sauber não se concretizou da forma esperada, deixando-o fora da zona de pontuação.
Imediatamente após a corrida, Bortoleto expressou sua dificuldade em entender as decisões tomadas pela equipe durante a prova. “Não tive tempo de conversar com os engenheiros, e eles não quiseram falar nada via rádio”, revelou, indicando uma possível hesitação da Sauber em compartilhar informações cruciais sobre as escolhas estratégicas.
A insatisfação do piloto não se limitou à falta de comunicação. Para Bortoleto, o GP da Holanda representava uma oportunidade valiosa de ascensão, que acabou sendo desperdiçada. “É uma pena, porque largamos em uma posição boa… foi uma daquelas corridas em que não podíamos desperdiçar oportunidades e desperdiçamos todas elas”, lamentou.
A sorte também não esteve ao lado de Bortoleto em Zandvoort. A entrada do safety car, em um momento crucial, prejudicou sua estratégia, minando suas chances de ganhar posições. Além disso, a decisão da equipe de mantê-lo na pista com pneus desgastados na relargada final resultou em uma rápida perda de posições.
Buscando entender o que deu errado, o piloto brasileiro planeja analisar minuciosamente a corrida. “Ainda preciso assistir à prova novamente e analisar o que aconteceu aqui hoje”, afirmou. Apesar do resultado adverso, Bortoleto reconheceu o bom desempenho de Isack Hadjar, que conquistou um lugar no pódio.
Com 14 pontos conquistados, Bortoleto ocupa a 18ª posição no Mundial de Pilotos, enquanto a Sauber é a oitava colocada entre os Construtores, com 51 pontos. O próximo desafio para o brasileiro será o GP da Itália, em Monza, onde ele buscará reverter a situação e retornar à zona de pontuação.
Fonte: http://odia.ig.com.br










