Senador e candidato à Presidência reúne artistas em Goiânia para estruturar campanha e expõe propostas

Flávio Bolsonaro reuniu mais de 30 artistas sertanejos em Goiânia para reforçar apoio à sua candidatura à Presidência e expor propostas de segurança, economia e redução de impostos.
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, reuniu-se em 20 de outubro, em Goiânia (GO), com mais de 30 artistas sertanejos, entre eles Gusttavo Lima, Zezé Di Camargo, Jorge e Marrone, para reforçar o apoio à sua candidatura. O encontro foi organizado pelo senador Wilder Morais (PL), que disputou o governo de Goiás nas eleições recentes.
Durante o evento, Flávio Bolsonaro apresentou suas propostas, destacando o enfrentamento da violência, a redução da carga tributária e o endividamento dos brasileiros como prioridades. O senador afirmou: “Ninguém aguenta mais andar na rua com medo, é violência para todo lado, ninguém aguenta mais pagar tantos impostos, o povo brasileiro está endividado”.
Ele também comprometeu-se a “arrumar as contas do país”, reorganizar a segurança pública e estimular a recuperação econômica, afirmando que “essa economia vai voltar a bombar e o Brasil vai voltar a sorrir como era antes do atual governo”.
Além dos cantores já citados, participaram do encontro outros nomes do sertanejo como Felipe Araújo, Rodolffo, Jader, Hugo, Murilo Huff, João Neto e Frederico, Gian e Giovani, entre outros. O evento contou ainda com a presença de aliados políticos da direita.
Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançaram para o segundo turno da eleição presidencial, marcada para 25 de outubro de 2024. Na primeira etapa, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula obteve 45,16%.
O senador agradeceu aos artistas pelo apoio, classificando o movimento como um impulso mais amplo por mudanças no país: “É muito mais do que Flávio Bolsonaro que eles estão apoiando, está todo mundo aqui apoiando a mudança”.
Este apoio político e cultural destaca a articulação do candidato para ampliar sua base eleitoral e reforçar sua campanha na reta final do pleito presidencial.





