Cambuci Amplia Debate sobre Violência Contra a Mulher em Seminário Impactante

Cambuci, RJ, sediou o 1º Seminário Municipal de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher, marcando um importante passo na conscientização e combate a essa grave questão. O evento, realizado na Câmara de Vereadores, reuniu autoridades, líderes comunitários e cidadãos em torno do tema central: a necessidade de dar voz às vítimas e fortalecer a rede de apoio. A iniciativa integrou a programação do Agosto Lilás, mês dedicado à sensibilização sobre o tema.

A procuradora-geral de Carapebus, Kênia Rodrigues Quintal, protagonizou o ponto alto do seminário com sua palestra “Do silêncio à voz: o papel da sociedade no enfrentamento à violência contra a mulher”. Sua fala emocionou o público e reforçou a urgência de um debate contínuo e abrangente sobre o tema, dentro e fora das instituições. Quintal, reconhecida por sua atuação pioneira no meio jurídico, enfatizou a importância da escuta e da participação feminina nas decisões.

A vereadora Leila Velasco, presidente do Legislativo, destacou o seminário como um marco para Cambuci. Segundo ela, o evento “reforçou a necessidade de unir forças e dar visibilidade a uma causa que precisa ser discutida todos os dias”. A união de esforços entre diferentes setores da sociedade se mostra crucial para efetivamente combater a violência contra a mulher e promover uma cultura de respeito e igualdade.

Kênia Quintal compartilhou sua experiência na Procuradoria-Geral de Carapebus, onde abriu espaços inéditos para mulheres. Ela ressaltou a importância de construir uma sociedade mais justa e igualitária, onde a voz feminina seja ouvida e respeitada em todas as esferas. “Reitero que a mulher deve ser respeitada e ter voz ativa em todas as decisões. Só assim construiremos uma sociedade mais justa e igualitária”, afirmou a procuradora.

A presença de autoridades de Cambuci e de cidades vizinhas sublinhou a relevância do seminário e a necessidade de ampliar o debate sobre violência contra a mulher em toda a região. A iniciativa representa um importante passo para fortalecer a rede de proteção às mulheres e promover uma mudança cultural que combata o machismo e a desigualdade de gênero.

Fonte: http://odia.ig.com.br