Presidente ucraniano detalha danos e feridos após série de ataques desde 11 de julho

Volodymyr Zelensky informou que a Ucrânia sofre ataques russos contínuos desde 11 de julho, com feridos e mortos em Odesa, Zaporizhzhia, Kryvyi Rih e outras regiões.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, informou em sua conta no X que desde a noite de 11 de julho cidades e comunidades ucranianas estão sob ataques quase constantes por forças russas. Em Odesa, operações de resgate seguem em um prédio danificado por um míssil, com 37 pessoas feridas. Zelensky detalhou que um hotel em Chornomorsk, na região de Odesa, foi atingido por um drone, deixando 11 feridos, seis deles com mobilidade reduzida. Na região de Zaporizhzhia, dois moradores morreram e seis ficaram feridos após ataques que atingiram prédios residenciais e uma empresa local.
Na cidade de Kryvyi Rih, um míssil atingiu infraestrutura crítica, causando uma morte e três feridos. Outras duas pessoas ficaram feridas na região de Kiev. Zelensky informou que dez regiões foram atacadas na noite anterior e drones russos continuam sobrevoando diversas áreas, incluindo ataques a postos de gasolina em Zhytomyr e Rivne e a um depósito de locomotivas em Odesa.
O presidente destacou que as forças ucranianas derrubaram mais de 200 alvos aéreos desde o início do dia, mas que nem todos os ataques foram evitados. Zelensky afirmou que a resposta internacional ainda não está à altura da escalada russa e ressaltou a necessidade de uma ação coordenada para proteger civis.
Além disso, Zelensky reportou ataques ucranianos a duas empresas químicas na Rússia, nas regiões de Perm e Samara, bem como a instalações militares e industriais em locais como Taganrog, onde foram destruídos depósitos de drones, estações de radar e sistemas de defesa Pantsir-S2. Também foram relatadas perdas russas de aeronaves Su-33 e helicópteros Mi-8 nas regiões de Krasnodar e Rostov, e um ataque a instalações petrolíferas em Perm.
Esses fatos ilustram o cenário continuado de confrontos e a intensidade dos combates entre Rússia e Ucrânia desde julho de 2024.









