Presidente relaciona casos do Banco Master e INSS a gestão anterior durante ato de campanha

Durante ato em Porto Alegre, Lula atribuiu ao governo Bolsonaro o escândalo do Banco Master e casos de corrupção no INSS, destacando prisões feitas em sua gestão.
Em ato de campanha realizado em Porto Alegre (RS) no dia 11 de setembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez declarações relacionando o escândalo financeiro do Banco Master e casos de corrupção no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) à gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Lula afirmou que o suposto esquema do Banco Master, envolvendo Daniel Vorcaro, foi criado em 2019 durante o governo Bolsonaro, e destacou que, em sua administração, o responsável foi preso. “No meu mandato, ele virou prisioneiro, porque foi o maior golpe da história desse país”, declarou.
O presidente também citou as investigações que levaram à descoberta de descontos indevidos nas folhas de pagamento de aposentados e pensionistas do INSS, caso revelado por reportagens do Metrópoles desde dezembro de 2023. Segundo Lula, a corrupção na Previdência foi criada na gestão anterior e desmontada pela atual.
Ele mencionou esforços para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência durante seu governo, que não avançou por questões políticas, mas reforçou que a investigação foi conduzida intensamente pela Controladoria-Geral da República ao longo de dois anos.
O discurso também reforçou a mensagem de que a verdade deve prevalecer nas eleições de 2024, com Lula afirmando que o momento é de explicação e transparência diante das informações disponíveis.
O evento contou com a participação de lideranças políticas estaduais, incluindo a candidata ao governo do Rio Grande do Sul, Juliana Brizola (PDT), e candidatos ao Senado Paulo Pimenta (PT) e Manuela d’Ávila (PSOL).









