Pesquisa Real Time/Big Data aponta liderança confortante de Eduardo Braide no 1º turno para governo do Maranhão

Pesquisa Real Time/Big Data revela liderança de Eduardo Braide com 45% no Maranhão, afastando Orleans Brandão que amarga 32% das intenções de voto no primeiro turno.
A mais recente pesquisa Real Time/Big Data divulgada nesta quinta-feira (10) revela uma liderança sólida de Eduardo Braide (PSD) na disputa pelo governo do Maranhão. O ex-prefeito da capital São Luís aparece com 45% das intenções de voto para o primeiro turno, consolidando seu favoritismo em meio a um cenário político competitivo.
Orleans Brandão (MDB), principal adversário, amarga uma expressiva queda, registrando 32%. Esse resultado expõe o desgaste do MDB no estado e abre espaço para que Braide amplie sua vantagem nas próximas semanas de campanha.
Felipe Camarão (PT) mantém-se em terceiro lugar, com 11%, enquanto Roberto Rocha (PRTB) alcança 5%. Outros candidatos somados ficam na margem de 1%.
Braide amplia frente em disputa marcada pelo recuo do MDB
A vantagem de Braide reflete uma mobilização eficaz e um desgaste claro do candidato do MDB, que não consegue retomar o fôlego necessário para ameaçar a liderança. A polarização se consolida, mas Braide mantém folga confortável para avançar ao segundo turno com força.
Pesquisa técnica confirma cenário consolidado
O levantamento ouviu 1,6 mil eleitores entre os dias 5 e 9 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos e índice de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo MA-02569/2026.
Eleitorado maranhense sinaliza preferência clara
Além do impacto direto na sucessão estadual, o resultado sinaliza o desgaste do MDB na região e a ascensão de Braide como nome forte para o comando do Maranhão, cenário que pode alterar estratégias eleitorais e alianças nas próximas semanas.
Sem simulação de segundo turno divulgada, o foco agora é acompanhar a consolidação das intenções de voto e possíveis movimentações de última hora que possam desequilibrar a disputa.
Fonte: metropoles.com









