Pesquisa Real Time/Big Data revela embate intenso entre candidatos ao Senado e empate técnico no governo do RS

Pesquisa Real Time/Big Data aponta Marcel Van Hattem na frente com 22%, enquanto Manuela D'Ávila e Sanderson empatam com 18% cada no RS. No governo estadual, Zucco e Juliana Brizola travam empate técnico.
Disputa feroz pelo Senado no RS
O levantamento da Real Time/Big Data expõe a tensão na corrida ao Senado pelo Rio Grande do Sul. Marcel Van Hattem (Novo) lidera com 22% das intenções de voto, mas sua vantagem esbarra em um empate técnico com Manuela D’Ávila (PSol) e Sanderson (PL), ambos com 18%. Pimenta (PT) segue colado com 16%, configurando um cenário sem um líder absoluto e que pode levar a surpresas na eleição.
Governo do RS: empate que sinaliza batalha acirrada
No Palácio Piratini, o quadro igualmente apertado mostra Zucco (PL) com 36% e Juliana Brizola (PDT) com 35% das intenções de voto, uma margem dentro do erro da pesquisa que sinaliza um embate equilibrado e de atenção máxima para as campanhas. Gabriel Souza (MDB) aparece em terceiro com 22%, tentando se firmar como alternativa.
Detalhes da pesquisa e cenário eleitoral
Foram ouvidos 1.600 eleitores entre 5 e 9 de setembro, com 95% de confiança e margem de erro de 2 pontos percentuais. O levantamento está registrado no TSE sob o código RS-05497/2026. A tensão e o equilíbrio refletem o desgaste do establishment e o desafio das forças tradicionais diante de candidatos em ascensão e polarização política intensa.
Impactos políticos e possíveis desdobramentos
O cenário fragmentado e com múltiplos candidatos viáveis indica que os próximos meses serão decisivos para definir alianças e estratégias que podem alterar o rumo da eleição. Para o Senado, a indefinição pode favorecer candidaturas que consigam ampliar base de apoio e explorar a rejeição aos terceiros colocados. No governo estadual, o equilíbrio força os candidatos a intensificarem suas campanhas e buscar diferenciais claros para convencer o eleitor indeciso.
A disputa no Rio Grande do Sul se mantém como um dos focos centrais nas eleições de 2026, refletindo a volatilidade do eleitorado e o desgaste das forças políticas tradicionais.
Fonte: metropoles.com









