Pesquisa Quaest mostra senador na liderança clara para Presidência em 2026 no estado, Lula patina com 20%

Pesquisa Quaest revela que Flávio Bolsonaro lidera com folga em Santa Catarina para as eleições presidenciais de 2026, enquanto Lula amarga apenas 20% das intenções de voto.
Flávio Bolsonaro consagra liderança em Santa Catarina com 45% contra 20% de Lula
A mais recente pesquisa Quaest, divulgada nesta segunda-feira (24), deixa clara a disparidade entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) na corrida presidencial em Santa Catarina para 2026. O senador do PL aparece com impressionantes 45% das intenções de voto no primeiro turno, mais que o dobro do petista, que amarga apenas 20%.
Cenários testados mantêm Bolsonaro à frente
O levantamento desenhou dois cenários eleitorais, com e sem o empresário Pablo Marçal (PRTB), que permanece inelegível. Em ambos, Flávio Bolsonaro mantém 45%, reforçando sua consolidação no eleitorado catarinense. Lula, por sua vez, não consegue ultrapassar a barreira dos 20%, um indicativo do desgaste do PT no estado.
Dados da pesquisa e perfil dos entrevistados
Foram ouvidas 804 pessoas com 16 anos ou mais entre 20 e 23 de agosto, com margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob os números SC-00517/2026 e BR-07160/2026.
Eleitorado firme, mas com margem para mudança
Apesar da confortável vantagem do senador, 30% dos eleitores dizem que ainda podem alterar o voto até outubro de 2026. Contudo, 70% afirmam que a decisão está tomada — um sinal de que a liderança de Bolsonaro não deve ser subestimada.
Implicações políticas e cenário nacional
O resultado é um duro golpe para Lula, que vê sua popularidade limitada num estado tradicionalmente conservador. A força de Flávio Bolsonaro em Santa Catarina pode impulsionar o clã Bolsonaro em outras regiões, dificultando ainda mais a reeleição do petista e acentuando a polarização política no país.
Oposição fragmentada e candidatos nanicos
Além dos principais candidatos, nomes como Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) oscilam entre 3% e 4%, sem ameaça direta à liderança do PL. Candidatos de menor expressão aparecem estagnados, indicando ausência de renovação significativa na disputa.
A consolidação de Flávio Bolsonaro em SC reforça o desafio de Lula no Sul e aponta para uma eleição polarizada, onde o desgaste do PT pode ser explorado pela direita para ampliar sua base e garantir uma vantagem decisiva no primeiro turno.









