Maioria das baixas concentra-se no Exército americano; detalhes sobre danos e ocorrências seguem nebulosos

Pentágono divulga que mais de 750 militares americanos foram feridos em operações contra o Irã, com predominância de lesões cerebrais traumáticas e pouca transparência sobre os danos sofridos.
O Pentágono confirmou que mais de 750 militares dos Estados Unidos foram feridos durante as operações recentes contra o Irã, um indicativo claro do desgaste crescente que a prolongada tensão tem causado às forças americanas. Dos 757 membros do serviço afetados desde fevereiro, mais de 580 são soldados do Exército, além de 86 marinheiros, 64 aviadores e 19 fuzileiros navais. A maioria dessas baixas foi classificada sob a ‘Operação Epic Fury’, o codinome oficial do conflito, mas o Pentágono passou a usar uma nova categoria chamada ‘Operações no Exterior’ para atualizar o registro de feridos. Apesar do volume expressivo de baixas, nenhuma informação detalhada foi divulgada sobre as circunstâncias específicas dos ferimentos ou sobre os danos materiais que as bases americanas sofreram na região. Fontes oficiais indicam que a esmagadora maioria das lesões corresponde a traumas cranianos, ressaltando a gravidade das condições enfrentadas pelos militares. Essa postura de opacidade, aliada à gravidade dos números, expõe a complexidade e o custo real das ações militares americanas contra o Irã, em um cenário de incertezas políticas e estratégicas para Washington.









