Alex Rivail publicava registros acelerando acima do limite permitido na BR-373, onde ocorreu o acidente fatal

O caminhoneiro Alex Rivail, morto em colisão que matou 23 pessoas na BR-373, publicava vídeos dirigindo a 120 km/h, acima do limite de 90 km/h para caminhões, expondo comportamento imprudente antes da tragédia.
O choque brutal na BR-373 que resultou em 23 mortos, inclusive o próprio caminhoneiro Alex Rivail, revelou a imprudência que antecedeu a tragédia. Vídeos publicados por Rivail em seu Instagram mostram o motorista acelerando a 120 km/h, bem acima do limite máximo legal para caminhões, fixado em 90 km/h. Essa condução irresponsável acontece em uma estrada onde o risco já era elevado, agravando as consequências do acidente fatal em Ipiranga, nos Campos Gerais do Paraná.### Velocidade e imprudência à vista As imagens deixam claro o desrespeito a regras básicas de trânsito. Em um dos vídeos, o painel do caminhão marca 120 km/h, desafiando os limites das pistas simples e duplas. Outro post evidencia o orgulho do condutor ao ultrapassar outros veículos, ignorando o perigo. Embora esses vídeos não comprovem diretamente a causa do acidente, eles jogam luz sobre o comportamento temerário do motorista, que acabou por invadir a faixa contrária e colidir frontalmente com um ônibus da Secretaria de Saúde de Imbituva.### Tragédia com impactos profundos A colisão tirou a vida de 23 pessoas, incluindo crianças e o próprio motorista do caminhão. O ônibus seguia para hospitais na Grande Curitiba quando foi fatalmente atingido. O governo do Paraná decretou luto oficial diante da gravidade do episódio. As equipes da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e demais órgãos atuaram intensamente para atender a ocorrência, liberar a pista e iniciar as investigações.### Bastidores e próximos passos A investigação preliminar aponta a invasão da contramão como causa provável, mas o histórico recente de imprudência do caminhoneiro aumenta a pressão para que as autoridades reforcem a fiscalização e endureçam medidas contra condutas perigosas nas rodovias. A sociedade cobra respostas diante do impacto devastador na região e a necessidade de evitar novas tragédias anunciadas.
Fonte: bemparana.com.br










