Operação expõe esquema ilegal no Lago de Itaipu e prende três envolvidos em Marechal Cândido Rondon

PF e PM desmontam porto clandestino no Oeste do Paraná, apreendendo R$ 1,2 milhão em vapes e remédios emagrecedores contrabandeados e prendem três homens envolvidos.
A Polícia Federal e o Batalhão de Polícia de Fronteira da Polícia Militar do Paraná protagonizaram uma operação de impacto ao flagrantearem um porto clandestino no distrito de Porto Mendes, Marechal Cândido Rondon, no Oeste do estado. Durante patrulhamento no Lago de Itaipu, os agentes identificaram dois veículos em uma margem suspeita, onde um barco descarregava volumes ilegais.
Ao abordarem os três homens no local, um tentou fugir pela mata, mas foi rapidamente capturado. A revista nas caixas revelou uma carga volumosa de cigarros eletrônicos — os famosos vapes — e medicamentos emagrecedores, todos de origem estrangeira e sem qualquer controle legal.
A apreensão, avaliada em cerca de R$ 1,2 milhão, além do barco e dos veículos usados no contrabando, representa um duro golpe para as organizações criminosas que exploram a fronteira paranaense para traficar mercadorias ilícitas. Os três presos foram levados para a Delegacia da Polícia Federal em Guaíra para as providências cabíveis.
Contrabando desafiando a segurança federal
Esta ação deixa clara a persistência e a audácia do crime organizado na região. O uso do Lago de Itaipu como rota clandestina evidencia a necessidade de operações integradas para desarticular essas redes e proteger o comércio legal e a população local.
Repercussão e próximos passos
Com o prejuízo milionário causado às quadrilhas, a operação reforça a vigilância na faixa de fronteira do Paraná. As autoridades prometem intensificar o combate a esse tipo de crime, que além de gerar perdas econômicas, ameaça a saúde pública com produtos ilegais e não regulamentados.
A ação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Militar demonstra que, mesmo diante das dificuldades, o Estado mantém firme seu compromisso de enfrentar o contrabando e desmantelar esquemas que se aproveitam das brechas na fiscalização.
Fonte: bandab.com.br










