Empresário expõe agressão ao patrimônio da Havan e busca identificação do responsável

Luciano Hang oferece R$ 10 mil por informações que levem ao autor de pichação contra unidade da Havan em Curitiba, reforçando combate a atos de vandalismo.
O empresário Luciano Hang não deixou barato o ataque de vandalismo sofrido pela loja da Havan no bairro Parolin, em Curitiba. Em publicação nas redes sociais na segunda-feira (17), Hang anunciou uma recompensa de R$ 10 mil para quem fornecer informações que levem à identificação do responsável pela pichação que depredou o muro da unidade no domingo (16), por volta das 5h15.
Imagens captadas pelas câmeras de segurança mostram o momento em que o indivíduo se aproxima, executa a pichação e deixa o local rapidamente. Sem rodeios, Hang divulgou o telefone 0800 517 0051 para que a população colabore com denúncias, sinalizando a intenção firme da empresa em combater esse tipo de agressão ao patrimônio.
Em resposta imediata, a equipe da Havan repintou o muro ainda no domingo, sinalizando resistência e rapidez no enfrentamento ao vandalismo. No vídeo compartilhado, o empresário critica o ato, deixando claro que a política da empresa é firmar combate contínuo contra essas práticas.
Até o momento da publicação, não há registros oficiais da identificação do autor da pichação, o que deixa o caso em aberto e sob pressão pública para que o responsável seja encontrado e responsabilizado, evitando que ações semelhantes se repitam e deturpem a imagem do comércio local.
Hang dá resposta firme ao vandalismo
A iniciativa de pagar uma recompensa evidencia um movimento estratégico para mobilizar a sociedade contra atos de destruição do patrimônio e reforça o posicionamento da Havan diante de uma realidade crescente de agressões simbólicas e físicas a empresas que se posicionam politicamente.
Pressão para identificação e responsabilização
A divulgação das imagens e a recompensa impõem pressão sobre as autoridades para que a investigação avance com celeridade, levando à punição do infrator e coibindo novos ataques. O caso se insere num cenário político e social onde o enfrentamento ao vandalismo ganha contornos de disputa simbólica e institucional.
A ação pública de Hang pode desencadear um efeito dominó, estimulando denúncias e mostrando que o combate a essas agressões não será tolerado, um recado claro ao ambiente político e social de Curitiba.
Fonte: xvcuritiba.com.br








