Um grupo restrito de 15 assessores de confiança do prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), viu seus salários aumentarem significativamente através do recebimento de jetons. A prática, que injeta valores extras nos contracheques, levanta questionamentos sobre a gestão de recursos públicos na capital rondoniense.
Ao longo de um ano, o impacto financeiro dessa política alcançou a marca de R$ 2,1 milhões. Os jetons, pagos adicionalmente aos salários base, beneficiaram exclusivamente um círculo próximo ao prefeito, gerando discussões sobre critérios e prioridades na administração municipal.
De acordo com informações levantadas, a medida tem gerado controvérsia entre servidores e na opinião pública. A utilização de jetons como complemento salarial em um grupo seleto levanta dúvidas sobre a transparência e a equidade na distribuição de recursos. “É fundamental que a população tenha acesso a todos os detalhes sobre a utilização do dinheiro público”, comentou um especialista em gestão pública.
O caso reacende o debate sobre a necessidade de uma análise mais rigorosa dos gastos públicos, especialmente em momentos de restrição orçamentária. A prefeitura de Porto Velho ainda não se manifestou oficialmente sobre as críticas e questionamentos relacionados ao aumento salarial via jetons.
A população aguarda esclarecimentos por parte da administração municipal sobre os critérios utilizados para a concessão dos jetons e a justificativa para o investimento de R$ 2,1 milhões em complementos salariais para um grupo específico de assessores.
Fonte: http://www.rondoniagora.com





