Governador de São Paulo avalia pesquisa Quaest que mostra redução na aprovação de sua gestão e reforça foco em trabalho contínuo

Tarcísio de Freitas minimiza queda de aprovação de seu governo e ressalta que pesquisa aponta momento específico da gestão paulista.
Tarcísio de Freitas comenta queda de aprovação em pesquisa Quaest
A queda de aprovação da gestão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, medida pela pesquisa Quaest que apontou redução de 60% para 54% em um mês, foi minimizada pelo gestor. Ele destacou que a “queda de aprovação” representa apenas um momento específico e que outras pesquisas recentes indicaram índices superiores, como as da Paraná Pesquisa e Vox Populi, com 64% e 68% respectivamente. Para Tarcísio, o foco permanece no trabalho e na solução de problemas relacionados à saúde e segurança pública.
Impactos da queda de aprovação no cenário político paulista
Apesar da redução dos números, o governador mantém uma liderança sólida em todos os cenários eleitorais projetados pela Quaest. A análise indica que a “queda de aprovação” pode refletir variações naturais do período e não necessariamente uma tendência permanente. O governador ressaltou que a agenda política segue voltada para a execução e entrega de projetos, buscando consolidar a confiança do eleitorado ao longo do tempo.
Contexto das eleições ao Senado e indefinição dos candidatos
Além da avaliação de seu governo, Tarcísio abordou o cenário eleitoral para o Senado em São Paulo. Segundo ele, ainda não há definição clara dos candidatos, especialmente do campo da esquerda, onde nomes como Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (REDE) ainda não confirmaram as candidaturas. No campo da direita, além de sua própria candidatura, o nome de André do Prado (PL) deve ser anunciado em breve, o que pode influenciar o equilíbrio da disputa.
Importância das definições partidárias para o jogo eleitoral
Tarcísio destacou que o eleitor tende a se engajar mais à medida que as candidaturas forem confirmadas e o cenário eleitoral se solidificar. Ele reforçou que a opinião de líderes como o presidente Jair Bolsonaro e Eduardo será crucial para a definição das estratégias, sobretudo no PL. Até que essas definições ocorram, a mobilização de campanha segue em ritmo preparatório, focando em apresentar propostas e consolidar alianças.
Plano de trabalho e resposta à queda de aprovação
Reafirmando a prioridade em resolver questões administrativas, Tarcísio apontou que reuniões constantes visam ajustar cronogramas e enfrentar desafios na saúde e segurança pública. A queda de aprovação é vista como um estímulo para intensificar os esforços, sem que isso represente um desânimo ou uma mudança de rumo. A estratégia é manter o foco em resultados concretos para reconquistar e ampliar o apoio popular.










