Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, teria aceitado viagem paga por um empresário investigado em fraudes no INSS, sob a justificativa de visitar uma fábrica de cannabis medicinal em Portugal. Embora o benefício em si não configure crime, o episódio levanta dúvidas sobre a proximidade entre figuras públicas e interesses privados, evidenciando um tipo de relação que fragiliza o discurso ético e reforça a percepção de influência nos bastidores do poder.
