Daniella Marques é apontada como nome estratégico para liderar equipe econômica em eventual governo do senador

Daniella Marques, ex-presidente da Caixa e braço direito de Paulo Guedes, é vista como forte candidata para liderar economia no governo Flávio Bolsonaro.
Daniella Marques é cotada para liderar economia no governo Flávio Bolsonaro
As conversas em Faria Lima indicam que Daniella Marques, conhecida como dama de ferro de Guedes, é uma forte candidata para integrar a equipe econômica do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Desde fevereiro de 2026, Flávio tem articulado sua campanha presidencial, consultando o ex-ministro Paulo Guedes e sondando o mercado financeiro em busca de nomes alinhados ao livre mercado. Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal, tem sido apontada como um possível “posto Ipiranga” para Flávio, dada sua experiência e a confiança que inspira entre banqueiros e investidores.
Relação estratégica entre Daniella Marques e Paulo Guedes na política econômica
A confiança entre Daniella e Paulo Guedes é um dos pontos centrais na análise da equipe econômica que Flávio Bolsonaro pretende formar. Daniella foi braço direito de Guedes durante o governo anterior e parceira dele no mercado financeiro. Eles mantêm uma relação próxima que, segundo fontes, fez dela o “superego” de Guedes em sua gestão. O ex-ministro tem elogiado publicamente seu papel para evitar conflitos internos no governo. Essa parceria fortalece o perfil técnico e político da dama de ferro, que alia experiência administrativa à visão liberal que Flávio deseja para sua gestão.
Projetos atuais de Daniella Marques voltados para a educação financeira feminina
Após sua passagem pela presidência da Caixa, Daniella Marques voltou à Faria Lima e tem focado em projetos de educação financeira para mulheres. Ela desenvolve uma plataforma com cursos de pós-graduação e conteúdos livres, em parceria com o Centro Universitário Belas Artes, cujo objetivo é promover a autonomia financeira feminina. Essa iniciativa reforça sua imagem pública e seu compromisso social, aspectos que podem influenciar positivamente sua indicação em um eventual governo Flávio Bolsonaro, ampliando o apelo da política econômica para um público mais diversificado.
Contexto da montagem da equipe econômica e perspectivas eleitorais
Embora Flávio Bolsonaro ainda não tenha formalizado convites para a equipe econômica, seu interesse em dar continuidade às políticas econômicas implantadas por Guedes é claro. Em entrevista, ele ressaltou o desejo de manter a mesma escola econômica e os pilares do livre mercado. Além de Daniella, outros nomes como Mansueto Almeida também são mencionados, enquanto a possibilidade de um superministério ou ministérios separados segue em estudo. O cenário político está em transformação, e as decisões sobre a equipe econômica serão estratégicas para consolidar apoios e garantir a viabilidade da candidatura à Presidência.
Reação do mercado financeiro e articulações políticas envolvendo a equipe econômica
A recepção do mercado financeiro às candidaturas e nomes da equipe econômica é fundamental para a estabilidade das expectativas econômicas. Em recentes encontros na capital paulista, figuras como o banqueiro André Esteves expressaram apoio a Daniella Marques e a Mansueto Almeida, indicando que seus perfis são valorizados no setor. No plano político, a proximidade de alguns desses nomes com Flávio Bolsonaro e sua equipe de pré-campanha sugere que as negociações estão avançadas, ainda que de forma discreta. O mercado também acompanha a possível reeleição do presidente Lula, que pode indicar Gabriel Galípolo para o Banco Central, demonstrando que a definição econômica é um elemento central da disputa eleitoral atual.
Fonte: noticias.uol.com.br










