Mostras gratuitas destacam filmes soviéticos do diretor Andrei Tarkovsky e obras-primas do cinema italiano pós-guerra

Março na Cinemateca de Curitiba destaca mostras de filmes de Andrei Tarkovsky e clássicos do cinema italiano, com entrada gratuita.
Confira a programação completa das mostras na Cinemateca de Curitiba
5 de março (quinta-feira): A Infância de Ivan – 19h
6 de março (sexta-feira): Andrei Rublev – 19h
7 de março (sábado): Solaris – 19h
8 de março (domingo): O Espelho – 19h
13 de março (sexta-feira): Stalker – 18h
14 de março (sábado): Nostalgia – 19h
15 de março (domingo): Tempo de Viagem – 16h
15 de março (domingo): O Sacrifício – 18h
19 de março (quinta-feira): Roma, Cidade Aberta – 19h
20 de março (sexta-feira): Ladrões de Bicicletas – 19h
21 de março (sábado): Milagre em Milão – 19h
22 de março (domingo): Humberto D – 18h
26 de março (quinta-feira): A Estrada da Vida – 19h
27 de março (sexta-feira): Noites em Cabíria – 19h
28 de março (sábado): De Crápula a Herói – 19h
29 de março (domingo): A Doce Vida – 18h
A importância da mostra Andrei Tarkovsky para o cinema contemporâneo
Março na Cinemateca de Curitiba inicia com a mostra “Andrei Tarkovsky – O Tempo, a Memória e o Sagrado”, começando em 5 de março. Essa programação traz o melhor da obra do diretor russo, renomado por sua sensibilidade e profundidade estética. Edson Bueno, curador da Cinemateca, destaca que Tarkovsky transforma o cinema em uma experiência espiritual e reflexiva. A seleção inclui obras emblemáticas como Solaris, Andrei Rublev e O Sacrifício, que encerra a mostra como a despedida transcendental do cineasta.
A segunda quinzena celebra o milagre do cinema italiano pós-guerra
A partir de 19 de março, a Cinemateca apresenta “Os Anos de Ouro do Cinema Italiano”, com filmes que marcaram o renascimento cultural e espiritual da Itália após a Segunda Guerra Mundial. Obras de Roberto Rossellini, Federico Fellini e Vittorio de Sica compõem a programação, enfatizando o cinema como resistência e memória. Filmes como Roma, Cidade Aberta e A Doce Vida ilustram o contexto de reconstrução do país sob escombros e a capacidade do cinema de transformar dor em arte.
A contribuição da Cinemateca de Curitiba para a difusão cultural
Além das mostras especiais, a Cinemateca mantém a exibição regular dos cineclubes parceiros, integrando um circuito cultural importante para a cidade. O espaço, localizado na Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.174, no bairro São Francisco, oferece entrada gratuita, democratizando o acesso ao cinema de qualidade e ampliando o repertório cultural dos curitibanos. A iniciativa reforça o papel da Fundação Cultural de Curitiba na promoção da arte e educação.
Impactos das mostras para o público e o turismo local
A realização dessas mostras tem potencial para atrair tanto moradores quanto turistas interessados no cinema autoral e clássicos históricos. A programação diversificada agrega valor ao circuito cultural da cidade, incentivando o consumo de arte e fomentando a economia local. A ênfase em cineastas consagrados estimula debates e reflexões, promovendo o fortalecimento da identidade cultural e a valorização do patrimônio cinematográfico mundial.
Fonte: www.curitiba.pr.gov.br
Fonte: Roma, Cidade Aberta (1945).










