Investigação reaberta após quase duas décadas culmina em prisão preventiva do acusado em Londrina

PCPR prende suspeito de crime de 2006 contra menina de 9 anos em Quatro Barras após reabertura do inquérito com novas provas.
Reabertura do caso fortalece investigação da PCPR
A PCPR prende suspeito de crime antigo em uma ação decidida pela reabertura do inquérito que apura o assassinato e estupro da menina Giovanna dos Reis Costa, ocorrido em 10 de abril de 2006 em Quatro Barras. Quase duas décadas depois, a Polícia Civil trouxe novos elementos que garantiram a prisão preventiva do acusado em Londrina.
Novas provas e relatos impulsionam a resolução do caso
A investigação inicial, que resultou em absolvição por falta de provas, foi reiniciada após relatos inéditos de mulheres na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Curitiba, detalhando a participação do suspeito. Provas técnicas encontradas, como fios elétricos idênticos aos usados para amarrar a vítima e uma sacola de mercado vinculada à residência do investigado, corroboram as denúncias recentes.
Perfil do suspeito e histórico criminal relevante
Além das evidências obtidas, o histórico do homem revela condenações anteriores por importunação sexual e processos relacionados a estupro de vulnerável. Casos notórios incluíam a colocação de câmeras em banheiros de locais onde trabalhou, evidenciando um padrão de conduta abusiva e predatória.
Compromisso institucional para combater a impunidade
A delegada Camila Cecconello destacou que a prisão é um marco no combate à impunidade, reforçando o papel da PCPR na busca por justiça, independentemente do tempo decorrido. A prisão preventiva visa assegurar a ordem pública e o andamento da instrução criminal, ressaltando a gravidade do crime e o risco de reincidência.
Detalhes do crime e impacto na comunidade
Giovanna dos Reis Costa desapareceu enquanto vendia rifas escolares perto de casa. Seu corpo foi encontrado dois dias após o desaparecimento, envolto em sacos plásticos e amarrado com fios elétricos, confirmando asfixia mecânica e violência sexual extrema. O caso chocou a região metropolitana de Curitiba e mobilizou esforços policiais que, mesmo anos depois, demonstram a perseverança das autoridades em solucionar crimes hediondos.
A prisão do suspeito pela PCPR representa um avanço significativo na resolução de casos antigos e reforça a importância da continuidade das investigações mesmo após longos períodos. A polícia permanece dedicada à proteção das vítimas e à responsabilização dos envolvidos em crimes contra a dignidade humana.
Fonte: www.parana.pr.gov.br










