Os Correios decidiram leiloar 60 imóveis para conter o próprio rombo. É a estatal vendendo as paredes para sustentar o desabamento.

O dado mais revelador é o que desmonta a narrativa oficial: a venda cobrirá pouco mais de 10% do buraco. Não é solução — é maquiagem. O déficit continua intacto, apenas com menos patrimônio público para mostrar.
Não se corrige a causa, liquida-se o que resta. O prejuízo permanece. O patrimônio desaparece. E a gestão que produziu o desastre segue entregue, pontualmente, no mesmo endereço.





