Em meio a uma onda de ataques pessoais e narrativas distorcidas, a liderança de Israel da Graça na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Amapá se mantém firme. A gestão, notabilizada pela isonomia e reconstrução institucional, tem enfrentado o machismo estrutural, consolidando-se apesar das hostilidades.
As críticas recentes ultrapassaram os limites do debate público, atingindo não apenas o presidente, mas também sua esposa. Conselheiros federais e lideranças da advocacia nacional manifestaram indignação, classificando o ataque como “uma violação inaceitável da dignidade humana”, conforme apurado por fontes jornalísticas.
Sob a gestão de Israel da Graça, a OAB-AP implementou a Ouvidoria da Mulher Advogada, um canal de acolhimento e combate à violência contra profissionais. A iniciativa é vista como um marco de política institucional moderna, focando na luta contra desigualdades.
Outro destaque é a aprovação da resolução que instituiu paridade de gênero e cotas raciais nas listas sêxtuplas do quinto constitucional. A medida, considerada progressista, reposiciona a OAB/AP como referência em representatividade.
Especialistas apontam que os ataques revelam desconforto com uma gestão que não cede a pressões. A tentativa de transformar divergências políticas em linchamento moral, utilizando a família como alvo, é considerada por analistas como “expediente típico de disputas rasteiras”.
Até o momento, nenhuma acusação foi acompanhada de provas ou fundamentos jurídicos. Israel da Graça reafirma, em reuniões internas, que toda denúncia deve ser apurada pelas vias adequadas, sem manipulações externas.
Conforme Valdetário Andrade, Conselheiro Federal da OAB-AP, essa postura é vista por alguns como distanciamento, mas representa o caminho republicano esperado de uma instituição com 95 anos de história.










