José Elio Tomal, de 58 anos, é procurado após novos indícios de crimes

A Polícia Civil do Paraná busca José Elio Tomal, condenado por estupro de menina, após novas denúncias.
A Polícia Civil do Paraná (PC-PR) está em busca de José Elio Tomal, um empresário de 58 anos, condenado por estupro de uma menina de 10 anos em Mallet. O caso gerou grande repercussão na região central do estado, especialmente após a divulgação da imagem do foragido. Tomal é alvo de um novo mandado de prisão expedido em agosto de 2024, devido a novas denúncias que surgiram após sua liberação.
O crime, ocorrido em 2023, envolveu a filha de um cliente de Tomal, durante uma festa realizada em sua propriedade rural, que é frequentemente utilizada para eventos. Após o ato, a menina relatou o abuso ao pai, resultando na prisão em flagrante do empresário. Em outubro do mesmo ano, ele foi sentenciado a oito anos de reclusão. Contudo, como sua condenação foi em regime inicial semiaberto, ele foi liberado após a expedição de um alvará de soltura.
Após sua libertação, uma segunda vítima — que é familiar de Tomal — decidiu procurar as autoridades. Essa nova denúncia levou à reabertura das investigações, onde o empresário foi indiciado por pelo menos oito ocorrências de estupro de vulnerável que ocorreram entre 2012 e 2017. Além disso, ele também enfrenta acusações de dano emocional.
Diante dos novos fatos e indícios de que Tomal pretendia fugir, o Poder Judiciário decretou novamente sua prisão em 28 de agosto de 2024. Desde então, a polícia tem realizado diligências, mas o empresário permanece foragido.
Colaboração da população
A Polícia Civil do Paraná solicita o apoio da população para localizar José Elio Tomal. As denúncias podem ser feitas de forma totalmente anônima através dos seguintes canais:
- 197: Polícia Civil do Paraná
- 181: Disque-Denúncia
A participação da comunidade é fundamental para que as autoridades consigam prender o foragido e garantir a segurança de todos. Qualquer informação que leve ao seu paradeiro pode ser valiosa para o andamento das investigações. As informações são do G1.
Fonte: tnonline.uol.com.br










