O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), respondeu firmemente às declarações do vice-presidente da Casa, Altineu Côrtes (PL-RJ), que sinalizou a intenção de pautar a anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) caso Motta esteja ausente do país. A declaração acendeu um alerta no cenário político, gerando debates sobre os limites do poder legislativo.
Motta assegurou que a Câmara seguirá operando dentro dos parâmetros constitucionais, priorizando o equilíbrio e a responsabilidade institucional. Sua resposta busca tranquilizar os demais parlamentares e a sociedade civil, reafirmando o compromisso com as normas estabelecidas.
“Nós temos um Conselho de Ética que apura tudo o que pode, que tem conta qualquer parlamentar, qualquer partido, em qualquer linha ideológica”, declarou Motta. Ele enfatizou que a Casa continuará a funcionar respeitando o regimento interno, a Constituição Federal, e sempre buscando o melhor para o país. A declaração visa dissipar receios de manobras regimentais.
A fala de Altineu Côrtes gerou controvérsia e levantou questões sobre a possibilidade de utilização de ausências do presidente da Câmara para acelerar votações de temas delicados. O episódio reacende o debate sobre a anistia a Bolsonaro, um tema que divide opiniões no Congresso Nacional e na sociedade.





