Após o recesso, o Congresso Nacional retoma os trabalhos com um tema central: as possíveis implicações legais para Jair Bolsonaro, incluindo a especulada prisão, e seus reflexos no cenário eleitoral. Deputados e senadores avaliam o impacto do caso envolvendo a tornozeleira eletrônica, enquanto o governo federal adota uma postura de cautela diante das possíveis consequências.
O Palácio do Planalto teme que uma eventual prisão de Bolsonaro possa fortalecê-lo politicamente, transformando-o em um mártir e influenciando as eleições de 2026. Apesar dessa preocupação, setores do PT e aliados já sinalizam que intensificarão a pressão pela responsabilização do ex-presidente.
A insistência de figuras da esquerda, juristas e até mesmo do ministro Alexandre de Moraes, do STF, em sugerir a prisão de Bolsonaro em um presídio federal levanta questionamentos. A disparidade no tratamento em relação a outros ex-presidentes condenados, como Lula e Collor, gera debates sobre a aplicação da justiça.
Em meio à turbulência doméstica, Eduardo Bolsonaro realizou uma visita a El Salvador, acompanhado de outros parlamentares bolsonaristas, para conhecer as políticas de segurança do presidente Nayib Bukele. O grupo demonstrou interesse particular nas estratégias de encarceramento, mas não obteve um encontro com o líder salvadorenho.
A Câmara dos Deputados recebeu o texto do acordo de Segurança entre Brasil e França, que visa a troca de informações classificadas e protegidas. Este acordo é fundamental para futuros tratados e para a continuidade de projetos estratégicos bilaterais na área de Defesa, como a construção de helicópteros e submarinos nucleares.
Na esfera empresarial, o deputado estadual do Paraná, Marcelo Rangel, e o CEO da ConAid Brasil, Luciano Fonseca, anunciaram a expansão da empresa para o Paraguai, com um investimento inicial de US$ 5 milhões. A escolha do país vizinho reflete uma tendência de empresas brasileiras em busca de menor carga tributária.
Dados recentes revelam o poderio do setor supermercadista, com um faturamento de R$ 1 trilhão em 2024, enquanto as farmácias e drogarias alcançaram R$ 103 bilhões. A eventual liberação da venda de medicamentos sem prescrição em mercados reacende o debate sobre a concorrência e a saúde pública.
[ESPLANADEIRA] Leandro Paranhos e Luísa Chaves lançam livro sobre o cuidado na saúde. Clariá divulga novo single. Nexxera debate o futuro do crédito. Fernanda Emediato apresenta livro infantil em BH. Docusign reconhecida como líder em tecnologia. GPA e startups reduzem o desperdício de alimentos. Sodimac celebra aniversário com ofertas.










