O Santos reencontrou o caminho da vitória em grande estilo, afastando-se da zona de rebaixamento do Brasileirão ao derrotar o desesperado Juventude por 3 a 1. A partida, disputada em um MorumBis vibrante com quase 38 mil torcedores, teve Neymar como protagonista, autor de dois gols que incendiaram a torcida. A atuação segura do goleiro Gabriel Brazão também foi crucial para o triunfo santista.
Neymar, visivelmente motivado e atuando os 90 minutos pela quinta vez consecutiva, tinha um incentivo extra: olheiros da comissão técnica de Carlo Ancelotti acompanharam a partida de perto. Com a convocação para os jogos das Eliminatórias contra Chile e Bolívia se aproximando, o técnico italiano demonstra forte interesse no retorno do camisa 10 à seleção.
E o craque não decepcionou. Em um jogo dinâmico e com defesas expostas, Neymar mostrou aos representantes de Ancelotti que está pronto para vestir novamente a amarelinha. “Mais importante que a apresentação, o resultado era de enorme importância”, destacou um torcedor aliviado com a vitória. O Santos agora ocupa a 15ª colocação, com 18 pontos, aliviando a pressão após longas rodadas na zona de descenso.
A partida foi marcada por um ritmo frenético e oportunidades para ambos os lados. O técnico interino Cléber Xavier promoveu mudanças na equipe, buscando um melhor desempenho. Tiquinho Soares retornou ao comando do ataque, enquanto o jovem Gabriel Bontempo ganhou uma chance como titular. A torcida, compareceu em peso, demonstrando confiança na recuperação do time.
Neymar ditou o ritmo do jogo desde o início, com dribles e passes que empolgaram a arquibancada. O Juventude, no entanto, mostrou ousadia e assustou com investidas ofensivas, exigindo boas defesas de Brazão. Após um primeiro tempo eletrizante, com gols de Neymar e Barreal para o Santos e Wilker Ángel para o Juventude, a segunda etapa manteve a intensidade, com Neymar selando a vitória com um gol de pênalti. Agora, o Santos se prepara para enfrentar o Cruzeiro, em Belo Horizonte, buscando embalar de vez na competição.
Fonte: http://www.oliberal.com





