Catarina Kasten, 30 anos, foi encontrada morta após ser vítima de abuso sexual

Catarina Kasten, 30 anos, foi assassinada em uma trilha em Santa Catarina, gerando indignação e protestos.
Pesquisadora Catarina Kasten é encontrada morta em trilha
A pesquisadora Catarina Kasten, de 30 anos, estudante de pós-graduação do Programa de Estudos Linguísticos e Literários da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi identificada como a vítima encontrada morta na trilha da Praia do Matadeiro, em Florianópolis (SC), na última sexta-feira (21). Sua morte chocou a comunidade acadêmica e gerou uma onda de indignação.
Catarina foi descrita pelo Centro de Comunicação e Expressão da UFSC como uma “aluna, professora, pesquisadora e mulher brilhante”. Ela deixou sua casa por volta das 7h para uma aula de natação na Praia da Armação, mas nunca chegou ao seu destino. Seu desaparecimento levou seu esposo a acionar a polícia por volta das 10h, preocupado com sua ausência.
Circunstâncias do crime
O corpo de Catarina foi localizado por dois turistas às 14h, em uma área de difícil acesso entre pedras e vegetação. A Polícia Militar (PM) informou que a vítima sofreu abuso sexual antes de ser assassinada. Pertences e equipamentos de natação de Catarina foram encontrados anteriormente por banhistas na praia.
O suspeito, que morava em uma casa alugada na região da Armação, foi preso e confessou o crime. Segundo o tenente Vinícius de Sá Ribeiro, da PM, o homem admitiu que tinha ido à praia para usar drogas antes de cometer o ato, e foi visto trocando de roupa após o assassinato. Sua movimentação foi registrada por câmeras de segurança, o que ajudou na sua captura.
Repercussão e protestos
A morte de Catarina não apenas abalou sua família e amigos, mas também provocou uma mobilização social. Neste sábado (22), um ato foi convocado em frente à Igreja da Armação para protestar contra a violência contra as mulheres. A UFSC emitiu uma nota de pesar, expressando sua solidariedade e consternação. “Neste momento de dor, expressamos nossa solidariedade e consternação diante da perda irreparável”, afirmou a universidade em nota oficial.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Polícia Civil de Santa Catarina, e a comunidade aguarda respostas sobre as circunstâncias que levaram a essa tragédia. A morte de Catarina Kasten destaca a urgência de uma discussão mais ampla sobre a segurança e proteção das mulheres em nosso país.
Fonte: tnonline.uol.com.br
Fonte: Agência










