Carlos Alberto Ferreira de Souza recebe R$ 14,6 mil e é alvo de pedido de demissão após briga em Curitiba

Assessor de Renato Freitas ganha R$ 14,6 mil e é alvo de processo disciplinar após confusão em Curitiba.
Salário do assessor de Renato Freitas gera polêmica
O assessor de Renato Freitas, Carlos Alberto Ferreira de Souza, se tornou o centro das atenções após sua participação em um incidente violento no centro de Curitiba. Ele recebe um salário de R$ 14,6 mil mensalmente pela Assembleia Legislativa do Paraná, conforme os dados disponíveis no portal da transparência. A situação não apenas evidenciou o alto custo de alguns assessores, mas também levantou questões sobre a responsabilidade e as ações de servidores públicos.
Pedido de Processo Administrativo Disciplinar
Após o incidente, o deputado Tito Barrichello, do União Brasil, agiu rapidamente e protocolou um pedido de Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra Carlos Alberto. Barrichello demonstrou indignação e exigiu publicamente a demissão do assessor, afirmando que ele “tem que ser demitido da Assembleia Legislativa”. O vídeo que surgiu após a briga mostra Carlos Alberto correndo em direção ao jovem Weslley, indicando sua participação ativa no confronto, o que contradiz a versão de Renato Freitas.
Conflito e agressões
As novas imagens do incidente, reveladas pelo advogado Jeffrey Chiquini, mostram um cenário diferente do que o deputado tinha inicialmente afirmado. Freitas alegou que ele mesmo foi vítima de agressão durante a confusão, mas as gravações trazem à tona sua participação, levantando dúvidas sobre a veracidade de sua narrativa. A situação se complicou ainda mais, já que Renato Freitas se refere ao episódio como uma “agressão racista”, especialmente em um momento sensível, próximo ao Dia da Consciência Negra.
Ferimentos e desdobramentos
Renato Freitas confirmou que sofreu uma fratura no nariz e que precisou receber pontos internos em decorrência do incidente. A sua assessoria, no entanto, não se manifestou sobre as acusações específicas feitas contra Carlos Alberto Ferreira de Souza ou sobre o pedido de abertura do PAD. Este silêncio pode ser interpretado como uma estratégia para evitar mais complicações na situação, visto que a opinião pública está atenta aos desdobramentos.
Conclusão
A situação envolvendo o assessor de Renato Freitas continua a se desenvolver, com repercussão significativa nas redes sociais e entre os eleitores. O pedido de PAD e as imagens que contradizem a versão do deputado colocam em xeque não apenas a conduta do assessor, mas também a credibilidade do próprio parlamentar. Como o caso se desdobrará nos próximos dias é uma questão que aguarda resposta, mas é certo que a pressão por transparência e responsabilidade aumentará cada vez mais na Assembleia Legislativa do Paraná.
Fonte: tnonline.uol.com.br





