Uma reflexão pungente sobre a velhice, a ilusão da fama e a dura realidade da solidão permeia a crônica assinada por Sônia Zaghetto, lançando um olhar melancólico sobre o possível destino do ator Gene Hackman. A narrativa, que questiona o que morre primeiro – o homem ou o mundo ao seu redor – , evoca a fragilidade da condição humana diante do tempo e do esquecimento.
Inspirada em versos de Shakespeare, a crônica narra uma possível solidão dos últimos dias de Gene Hackman, contrastando com o brilho de sua carreira em Hollywood. O texto explora a invisibilidade que pode acometer um ícone quando a memória falha e a ausência se torna constante.
A autora nos leva a refletir sobre o que resta quando os holofotes se apagam e o telefone silencia, questionando o valor de um nome célebre diante da doença e da solidão. A crônica nos faz encarar a realidade de que a fama é efêmera e o sucesso, um eco passageiro.
A matéria também traz informações sobre o cenário de Sergipe, com notícias sobre a queda do desemprego, a realização de solenidades no TCE, o avanço das obras da Ponte Godofredo Diniz e outros temas relevantes para o estado.
O artigo também destaca iniciativas como o Refis 2025, que oferece descontos para regularização de débitos de IPVA e ITCMD, além de eventos culturais como o Fasc 2025 e o seminário ‘Afrofuturismo’ promovido pelo TJSE. A matéria fecha com o reconhecimento do GACC Sergipe como uma das 100 Melhores ONGs do Brasil, demonstrando o impacto positivo da organização no apoio a crianças com câncer.
Fonte: http://infonet.com.br










