O mercado de trabalho brasileiro celebrou um marco importante em junho, com a taxa de desemprego caindo para 5,8%. Este é o menor patamar desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) em 2012, divulgada pelo IBGE. O resultado sinaliza uma recuperação consistente da economia e um cenário mais otimista para os trabalhadores.
A pesquisa revelou a criação de impressionantes 1,8 milhão de vagas em apenas três meses, elevando o número de pessoas ocupadas no país para 102,3 milhões. Este montante supera em 2,4 milhões o registrado no mesmo período do ano anterior. “O crescimento sustentável da população ocupada, tanto via trabalhadores formais quanto informais, tem se mostrado capaz de se superar a cada trimestre”, destacou Adriana Beringuy, coordenadora da pesquisa.
A geração de empregos formais no setor privado foi um dos principais motores desse desempenho positivo. Foram criadas 357 mil vagas com carteira assinada em relação ao trimestre anterior e 1,4 milhão na comparação anual, elevando o contingente de trabalhadores celetistas para 39 milhões. O emprego público também contribuiu significativamente, com um aumento de 5% no trimestre e de 3,4% em 12 meses, atingindo um recorde de 12,8 milhões de servidores.
O aquecimento do mercado de trabalho refletiu-se também no aumento da renda. O rendimento médio real avançou 3,3% em 12 meses, atingindo R$ 3.477, enquanto a massa salarial alcançou R$ 351,2 bilhões, 5,9% acima do patamar de 2024. A indústria, setor que oferece salários mais altos, desempenhou um papel fundamental no aumento do rendimento médio e da massa salarial, impulsionando o crescimento econômico.
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