A possível prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro reacende a chama da polarização política no Brasil. Enquanto apoiadores de Lula rememoram a prisão do atual presidente em Curitiba, bolsonaristas já preveem um destino similar para o ex-presidente, possivelmente em uma sala da Polícia Federal em Brasília.
No entanto, a defesa de Bolsonaro traça um caminho diferente: busca uma pena mais branda, apostando na possibilidade de prisão domiciliar devido aos problemas de saúde decorrentes do atentado sofrido em 2018. A estratégia legal se concentra em atenuar as consequências de uma eventual condenação.
A proximidade da COP30 em Belém esvazia o Congresso Nacional, dando espaço para articulações políticas visando as eleições de 2026. Deputados e senadores aproveitam o período para campanhas e acordos, em um recesso estratégico para o futuro político.
Enquanto isso, a regulamentação das profissões de engenharia e agronomia avança, com foco na reciprocidade para profissionais estrangeiros. Marcos Túlio, da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros, ressalta a importância de fortalecer as entidades de classe nesse processo de abertura.
A Comissão de Meio Ambiente da Câmara, presidida pela mãe do governador do Pará, Elcione Barbalho, não realizou eventos para discutir a COP30. A oposição questiona se a escolha da presidência visa evitar o escrutínio dos gastos com o evento, levantando dúvidas sobre a transparência.
Um estudo da Autistas Brasil, em parceria com o Laboratório DesinfoPop da FGV, revela um alarmante aumento de 15.000% na disseminação de conteúdos falsos sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) na América Latina desde a pandemia. O Brasil concentra grande parte dessa produção de desinformação.
Por fim, o diplomata João Alfredo dos Anjos Junior, atual cônsul-geral em Londres, foi indicado para acumular as funções de embaixador no Quênia, Somália e Uganda. A nomeação aguarda aprovação no Senado Federal, após os três países concederem o agrément.










