A Maternidade Carmela Dutra, referência em atendimento obstétrico e neonatal na Grande Florianópolis, está passando por uma importante fase de modernização em sua Emergência. Após a conclusão da revitalização do setor de ultrassonografia e da primeira etapa de reformas, a unidade iniciou uma nova fase de obras estruturais, com o objetivo de modernizar o atendimento e proporcionar mais conforto tanto para pacientes quanto para profissionais.
As obras em andamento incluem a aplicação de manta vinílica, revisão das redes elétrica, lógica e hidrossanitária, substituição de portas, manutenção do forro, reparo de infiltrações e nova pintura. Essa reestruturação faz parte de um programa de revitalização abrangente, já que a unidade não passava por reformas significativas há mais de 15 anos. O investimento total ultrapassa meio milhão de reais, com recursos provenientes do Governo do Estado de Santa Catarina.
Na etapa anterior, a maternidade já havia implementado melhorias importantes, como a renovação da sala de acolhimento e classificação de risco e a reforma de um dos consultórios voltados ao atendimento de gestantes com síndromes respiratórias. “A expectativa é que a nova fase traga avanços significativos na qualidade do serviço e na estrutura física do hospital”, informou a administração da unidade.
Enquanto as obras são realizadas, a Emergência está funcionando temporariamente no Posto 1, priorizando o atendimento de gestantes de alto risco. Casos ginecológicos e situações não urgentes devem ser encaminhados para as Unidades Básicas de Saúde (UBS), Centros de Saúde ou UPAs 24 horas mais próximas. Na área de obstetrícia, parte dos atendimentos foi direcionada ao Hospital Universitário.
Desde 2023, a maternidade vem recebendo uma série de modernizações, incluindo a revitalização da UTI Neonatal, a ampliação do Centro Obstétrico e do Banco de Leite Humano, e a criação do Recanto das Mamães, um espaço dedicado ao descanso e ao cuidado humanizado das gestantes e puérperas. A Maternidade Carmela Dutra atende mais de 2,3 mil mulheres por mês, entre gestantes, puérperas e pacientes em acompanhamento ginecológico, reforçando seu papel fundamental no sistema público de saúde do Estado.










