O ex-jogador e ícone do futebol mundial, George Weah, fez um veemente apelo para o fim do racismo no esporte. A declaração ocorreu durante o Painel da Voz dos Jogadores (PVP) da FIFA, realizado em Rabat, Marrocos, onde Weah lidera um grupo de lendas do futebol engajadas na luta contra a discriminação.
Weah, que também foi presidente da Libéria, enfatizou a importância de celebrar a união e a amizade no futebol, independentemente de nacionalidade ou etnia. “Devemos desfrutar do jogo bonito, caminhar juntos no estádio, cantar juntos e, quando somos derrotados, tentamos novamente. É disso que se trata o jogo, aproveitem”, declarou o ex-atacante.
O ex-Bola de Ouro destacou que o racismo é uma “doença” que não pode mais ser tolerada, especialmente nos campos de futebol. Ele também expressou gratidão ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, por tê-lo incluído no projeto, ressaltando a importância de sua voz como ex-jogador que vivenciou o racismo em sua carreira.
Infantino, por sua vez, reiterou o compromisso da FIFA em combater o racismo e enfatizou a necessidade de união para alcançar o sucesso. “A causa que nos reúne aqui é definitivamente a causa mais importante pela qual precisamos lutar e atacar da maneira certa. E só podemos fazer isso se trabalharmos todos juntos, só em equipe podemos vencer”, afirmou o presidente.
O evento contou com a presença de importantes figuras da FIFA, como o Secretário Geral Mattias Grafström e a Diretora de Futebol Jill Ellis. George Weah, que brilhou em clubes como Monaco, PSG e Milan, conquistou o prêmio de Melhor do Mundo da FIFA e a Bola de Ouro em 1995.
Fonte: http://www.oliberal.com










