Sob a sombra acolhedora de uma mangueira, em Cantanhede, Maranhão, floresceu a Quilombás, uma marca singular. Criada por mulheres de dez comunidades quilombolas, a iniciativa personifica a união entre ancestralidade, sustentabilidade e a busca por autonomia financeira. O projeto, que germinou no seio das comunidades Viúva e Cachimbo, trilha agora um caminho rumo a novos horizontes.
A Quilombás representa mais do que um empreendimento; é um símbolo de resistência e empoderamento feminino. Utilizando o babaçu, fruto abundante na região, as mulheres transformam saberes tradicionais em produtos únicos. A iniciativa busca não apenas gerar renda, mas também preservar o meio ambiente e fortalecer a identidade cultural quilombola.
A participação na COP30, conferência climática global que será realizada no Brasil, representa um marco importante para a Quilombás. “É uma oportunidade de mostrar ao mundo o nosso trabalho e a nossa luta pela preservação do meio ambiente”, afirma uma das representantes do grupo. O evento proporcionará visibilidade e a chance de estabelecer parcerias para expandir o alcance do projeto.
Com a força da união e a sabedoria ancestral, as mulheres quilombolas da Quilombás se preparam para levar sua mensagem à COP30. Elas carregam consigo a esperança de um futuro mais justo e sustentável, onde a tradição e a inovação caminhem juntas em harmonia. Sua presença no evento será um testemunho inspirador do poder da resiliência e do compromisso com o planeta.
Fonte: http://oimparcial.com.br










