Senador Fabiano Contarato destaca importância de apurações amplas

Senador Fabiano Contarato defende que a CPI do Crime Organizado deve investigar a corrupção nas instituições e a relação com a política.
Em 4 de novembro de 2025, Fabiano Contarato (PT-ES), presidente da CPI do Crime Organizado, declarou que a comissão deve investigar não só o crime organizado, mas também políticos e instituições que possibilitam a corrupção. O senador enfatizou que a CPI não pode se transformar em um palanque político, especialmente com as eleições de 2026 se aproximando.
O papel da CPI e a defesa dos direitos humanos
Contarato, que tem um histórico na segurança pública como delegado, afirmou que é possível unir a defesa dos direitos humanos ao combate eficaz ao crime. Ele criticou a abordagem punitivista que tem dominado o debate sobre segurança pública, defendendo que todos os partidos devem participar de forma responsável na discussão.
Expectativas para a investigação
O foco da CPI inclui diversas frentes do crime organizado, como milícias, tráfico de drogas e corrupção. Contarato acredita que a comissão deve prestar um serviço à população, apresentando soluções em vez de se perder em discursos políticos. Ele mencionou que a CPI deve atuar com um perfil técnico e pragmático, buscando interações construtivas entre diferentes níveis de governo.
Desafios e pontos de vista sobre segurança
Contarato também comentou sobre a declaração do presidente Lula, que se referiu a uma operação no Rio de Janeiro como uma ‘matança’, ressaltando a importância de cautela antes de julgar as ações policiais. Ele acredita que a CPI deve ser um espaço para discussões técnicas e não apenas um palco para disputas políticas, enfatizando a necessidade de mudanças nas políticas de segurança pública.
Notícia feita com informações do portal: www1.folha.uol.com.br










