A capital amazonense celebra seu aniversário com uma reflexão sobre a preservação ambiental e o crescimento urbano.

Manaus completa 356 anos, celebrando a resistência das áreas verdes em meio ao crescimento urbano.
Manaus celebra seus 356 anos nesta sexta-feira (24) com um olhar sobre sua relação entre o concreto e a natureza. Mesmo com a expansão urbana, a capital amazonense ainda respira floresta, com áreas verdes que resistem ao tempo e à urbanização. Esses espaços não só embelezam a cidade, mas também ajudam a regular a temperatura e servem como abrigo para a fauna local.
A relação entre cidade e floresta
Entre as áreas que simbolizam essa conexão estão o Museu da Amazônia (Musa) e o Bosque da Ciência, que oferecem oportunidades de educação ambiental e pesquisa. O Musa, com 1 km² de floresta primária, é um ponto de referência em turismo científico e abriga diversas atrações, como uma torre de observação de 42 metros que proporciona vistas deslumbrantes da floresta.
Desafios da preservação
Apesar de Manaus estar entre as cidades com maior cobertura vegetal do Brasil, o cenário atual é preocupante. A cidade caiu para 22% de cobertura vegetal em 2023, uma redução significativa em relação a 2003, quando era de 28%. Isso reflete uma tendência preocupante de desmatamento e perda de áreas verdes nas últimas duas décadas.
Futuro sustentável
Manaus enfrenta o desafio de equilibrar o crescimento urbano com a preservação ambiental. A luta pela manutenção das áreas verdes é essencial não apenas para a qualidade de vida dos manauaras, mas também para a identidade da cidade, que deve continuar a ser um lugar onde a floresta e a urbanização coexistem em harmonia. O futuro da capital amazonense depende de investimentos em preservação e educação ambiental.










