Após um ano marcado por desafios e dificuldades, o presidente do Paysandu, Roger Aguilera, declarou a necessidade urgente de o clube adotar o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF). A declaração foi feita durante uma entrevista ao canal “Fala Abner!”, no YouTube, onde o dirigente expressou sua preocupação com o futuro do clube sob o modelo de gestão atual.
Aguilera citou exemplos de sucesso como o Bahia, agora sob a gestão do Grupo City, e o Botafogo, adquirido por John Textor, para ilustrar o potencial transformador da SAF. “O Paysandu tem que fazer uma SAF. A gente vai continuar nesse modelo de gestão que a gente sabe que não vai dar certo”, enfatizou o presidente, demonstrando convicção na mudança.
O presidente também abordou as dificuldades enfrentadas durante seu primeiro ano à frente do clube, incluindo dívidas herdadas da gestão anterior e decisões questionáveis na montagem do elenco. Ele destacou que o orçamento do clube para 2025 já está comprometido, evidenciando a urgência de encontrar uma solução financeira sustentável.
Segundo Aguilera, a SAF do Paysandu foi avaliada em R$ 300 milhões, considerando apenas o departamento de futebol. Essa avaliação reflete a estratégia de desmembrar as áreas do clube, permitindo a divisão de porcentagens com um potencial investidor. O dirigente ressaltou que existem diversos modelos de SAF em estudo, incluindo opções que garantem ao clube uma participação de 20%.
Diante do cenário desafiador e da convicção na necessidade de mudança, a busca por um parceiro para a SAF se torna prioridade para o Paysandu. A expectativa é que a adoção do novo modelo de gestão possa impulsionar o clube a um novo patamar, garantindo sua sustentabilidade financeira e competitividade no cenário nacional.
Fonte: http://www.oliberal.com










