A mais recente iniciativa do prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, de encarcerar novamente indivíduos monitorados por tornozeleira eletrônica que estejam desempregados, tem gerado controvérsia e levado a questionamentos sobre a eficácia da medida.
A Pastoral Carcerária se manifestou contrária à ação, argumentando que o encarceramento não é a solução para o problema do desemprego entre egressos do sistema prisional. A organização defende que a falta de oportunidades de trabalho dificulta a ressocialização e contribui para a reincidência criminal.
“A prisão não resolve a questão do desemprego. É preciso investir em políticas públicas que promovam a inclusão social e a reinserção no mercado de trabalho”, afirma um representante da Pastoral Carcerária. A instituição reforça a necessidade de um olhar mais abrangente sobre a situação dos monitorados, que vai além da simples fiscalização.
O debate sobre a proposta do prefeito Sandro Mabel reacende a discussão sobre as alternativas ao encarceramento e a importância de políticas de apoio para a população egressa do sistema prisional. A garantia de direitos e o acesso a oportunidades são apontados como elementos cruciais para a construção de uma sociedade mais justa e segura.
Fonte: http://www.maisgoias.com.br










