Em 15 de outubro de 2025, Emmanoel Rondon, presidente dos Correios, anunciou que a empresa está enfrentando um rombo de R$ 5,6 bilhões, resultado de uma queda de receita iniciada em 2021. O déficit impede a estatal de honrar compromissos financeiros e impacta suas operações, causando atrasos no pagamento de fornecedores. Para reverter essa situação, os Correios planejam captar um empréstimo de R$ 20 bilhões, que será utilizado para implementar um plano de reestruturação e substituir um empréstimo anterior.

A estatal Correios registrou um rombo de R$ 5,6 bilhões em junho de 2025, segundo seu presidente, Emmanoel Rondon.
Em 15 de outubro de 2025, Emmanoel Rondon, presidente dos Correios, anunciou um rombo de R$ 5,6 bilhões, impactando diretamente a operação da estatal e causando atrasos no pagamento de fornecedores. A expectativa é que a empresa retorne à lucratividade apenas em 2027, após a implementação de um plano de recuperação.
Situação financeira e projeções
Rondon afirmou que a situação financeira dos Correios é crítica, ressaltando que a queda de receita desde 2021 gerou um déficit que impede o cumprimento de compromissos financeiros. Para sanar essa deficiência, a estatal busca um empréstimo de R$ 20 bilhões, que será utilizado para implementar um Programa de Demissão Voluntária (PDV) e renegociar contratos.
Ações e impactos
A urgência em resolver a situação de caixa é evidente, uma vez que a falta de recursos tem prejudicado a operação da empresa. Rondon rejeitou a possibilidade de privatização, priorizando a busca por soluções internas para a recuperação financeira.
Caminhos para a recuperação
O novo empréstimo, que contará com garantia da União, permitirá juros mais baixos e um prazo estendido para pagamento, o que é fundamental para a reestruturação dos Correios. A empresa espera que, com as medidas adequadas, consiga restabelecer a normalidade em suas operações e retomar o caminho da lucratividade.










