O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, elogiou a atuação do ministro Luís Roberto Barroso, que anunciou sua aposentadoria do STF. Motta destacou que Barroso "fará falta" na Corte, evidenciando seu respeito e admiração pelo trabalho do magistrado. Barroso, que deixa o cargo aos 67 anos, atuou no STF por 12 anos e se despediu emocionado, ressaltando sua dedicação à Justiça e à democracia. Agora, cabe ao presidente Lula indicar um sucessor para a vaga deixada por Barroso.

Hugo Motta elogiou o trabalho de Barroso e afirmou que ele fará falta no STF após sua aposentadoria.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), prestou elogios ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, que anunciou sua aposentadoria na última quinta-feira (8). Para o parlamentar, o magistrado “fará falta” no STF.
Barroso anuncia aposentadoria do STF após 12 anos na Corte
Em publicação no X (ex-Twitter), Motta expressou admiração pelo trabalho do ministro. “Registro meu reconhecimento pelo seu trabalho e desejo muito sucesso nesta nova caminhada. Fará falta na mais alta Corte do Brasil”, escreveu. O deputado também elogiou a atuação de Barroso ao longo de sua trajetória no tribunal: “Atuou com maestria e equilíbrio na defesa da Constituição e da democracia brasileira”, afirmou.
Aos 67 anos, Barroso deixa o STF antes de atingir a idade-limite de 75 anos, que completaria apenas em 2033. A decisão, que já era especulada, ocorreu poucos dias após ter deixado a presidência do tribunal. O anúncio foi feito ao fim da sessão plenária. Visivelmente emocionado, Barroso leu uma carta de despedida: “Por 12 anos ocupei o cargo de ministro do STF, sendo presidente nos últimos 2. Foram tempos de imensa dedicação à causa da Justiça e da democracia. A vida me proporcionou a bênção de servir ao país.”
O ministro informou que aquela seria sua última sessão no plenário, embora ainda deva permanecer no Supremo por alguns dias para concluir processos e devolver pedidos de vista antes de deixar o cargo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será responsável por indicar um sucessor, que passará por sabatina e votação no Senado Federal, conforme o procedimento previsto pela lei. A aposentadoria de Barroso abre nova vaga para indicação de Lula.










