Setembro, um mês de transição, evoca memórias e inspirações para o engenheiro agrônomo e escritor Luiz Thadeu Nunes e Silva. Em São Luís, a brisa marítima e o colorido das flores prenunciam o fim de um ciclo, enquanto a mente do viajante se volta para horizontes distantes e encontros inesperados. A rotina na capital maranhense serve de prelúdio para as aventuras que o aguardam.
Uma mensagem inesperada de Natanael P. Ribeiro, um amigo português que conheceu em Malta, reacende a chama da aventura. O contato o transporta para lembranças de Katmandu, cidade que visitou em 2018 e que sempre exerceu um fascínio especial, desde os tempos em que leu um livro sobre um jovem nepalês que retornou ao seu país para servir o seu povo. A mensagem de Natanael o inspira a planejar a sua próxima jornada.
“Viajar é colecionar memórias e registrar tudo com os nossos corações ao longo do caminho”, reflete Luiz Thadeu, autor do livro “Das muletas fiz asas”. Aos 32 anos, Natanael, como um moderno desbravador, percorre a Ásia, colecionando experiências em países como Tailândia, Filipinas e Nepal, lugares que o autor já visitou. Agora, Luiz Thadeu se prepara para explorar novos territórios na Ásia Central.
Com o apoio de suas muletas e um planejamento meticuloso, o escritor se aventura pelo Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão, Uzbequistão e Mongólia. A terra de Genghis Khan o espera, prometendo novas histórias e paisagens que enriquecerão sua coleção de memórias. Cada passo é uma celebração da vida e da paixão por explorar o mundo.
A jornada de Luiz Thadeu é um testemunho de que as limitações físicas não impedem a busca por novos horizontes. Através de suas viagens, ele compartilha a mensagem inspiradora de que “viajar é viver”, incentivando outros a perseguirem seus sonhos e a descobrirem a beleza do mundo. Para acompanhar suas aventuras, siga-o no Instagram @luiz.thadeu e no Facebook Luiz Thadeu Silva.
Fonte: http://www.folhabv.com.br










