O bolso do consumidor sul-mato-grossense pode sorrir, mesmo que a manga ainda precise de sol. Um levantamento da Ceasa/MS (Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul) aponta uma queda de 15% no preço da fruta, impulsionada pela colheita antecipada da variedade Tommy. O boletim, que monitora os preços entre 29 de abril e 4 de maio, revela um cenário misto no mercado hortifrutigranjeiro.
A melancia também figura entre os destaques positivos, com o quilo sendo comercializado a R$ 1,00. Já entre os legumes, dois itens essenciais na mesa dos sul-mato-grossenses apresentaram reduções significativas. O tomate longa vida, beneficiado pelo aumento da produção interna, ficou 5,5% mais barato, enquanto a cebola nacional teve uma queda de 14,2%, com a saca de 20 quilos saindo por R$ 30,00.
No entanto, nem tudo são flores (ou frutas baratas). A redução na oferta de alguns produtos impactou diretamente o bolso do consumidor. O limão-taiti, por exemplo, registrou um aumento de 20%, e o mamão-havaí subiu 15,3%. O chuchu também acompanhou essa tendência de alta, com um acréscimo de 12,5% no preço.
A batata comum, um dos pilares da alimentação, sofreu com as intempéries climáticas. As chuvas que comprometeram a colheita elevaram o preço em R$ 10,00, fazendo com que o saco de 50 quilos chegue a custar R$ 110,00. A seca, por sua vez, castigou a batata-doce, com o saco de 20 quilos sendo comercializado por R$ 55,00 esta semana.










