O governo de Donald Trump anunciou que o fim do conflito na Faixa de Gaza está "muito próximo". A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, fez a declaração antes da reunião entre Trump e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em Washington. Trump discutirá um plano de paz com 21 pontos apresentado na Assembleia Geral da ONU. O presidente também conversará com líderes do Catar, que atuam como intermediários com o Hamas. Enquanto isso, Netanyahu busca apoio internacional em meio ao crescente isolamento de Israel.

O governo dos EUA anunciou que um acordo para o fim do conflito em Gaza está próximo, segundo a Casa Branca.
Acordo de paz em Gaza pode estar próximo
A Casa Branca anunciou que o fim do conflito na Faixa de Gaza está “muito próximo”. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (29/09) pela secretária de imprensa, Karoline Leavitt, antes de uma reunião entre o presidente Donald Trump e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em Washington (EUA). Trump também deve conversar com líderes do Catar, que atuam como intermediários com o Hamas.
Detalhes do plano de paz
O plano de paz a ser discutido entre Trump e Netanyahu contém 21 pontos e foi apresentado durante reuniões com líderes árabes e muçulmanos na última Assembleia Geral da ONU, em Nova York. O presidente dos EUA expressou otimismo ao afirmar que existe uma “oportunidade real” para alcançar um resultado significativo no Oriente Médio.
Isolamento de Netanyahu
Netanyahu, que enfrenta crescente isolamento no cenário internacional, busca defender sua estratégia de “terminar o trabalho” contra o Hamas. Diversos países reconheceram o Estado da Palestina recentemente, intensificando a pressão sobre Israel. No domingo (28/09), Trump afirmou em sua plataforma Truth Social que todos estão “a bordo para algo especial” pela primeira vez, indicando a possibilidade de um acordo.
Protestos em Israel
Em Israel, milhares têm protestado pedindo um cessar-fogo. Manifestantes pediram a Trump que utilize sua influência para pôr fim ao conflito. Enquanto isso, Netanyahu continua a reafirmar sua posição de que é necessário “terminar o trabalho” no território palestino afetado pela guerra.










