Intoxicação por metanol levanta alerta sobre bebidas adulteradas

Após beber caipirinhas em um bar nobre de SP, designer de interiores perdeu a visão, levantando suspeitas de intoxicação por metanol.
Após consumir caipirinhas em um bar em São Paulo, no dia 19 de setembro, a designer de interiores Rhadarani Domingos perdeu a visão; o caso é parte de um aumento de intoxicações por metanol no estado. A designer relatou que, após beber três caipirinhas de frutas vermelhas com maracujá e vodka, passou mal e foi internada com convulsões.
Aumento de casos de intoxicação
Nesse mês, foram confirmados dois óbitos por intoxicação por metanol em São Paulo, além de outros casos de internação. As autoridades de saúde alertam que as bebidas adulteradas podem causar danos permanentes, como a cegueira. A família de Rhadarani espera que ela receba tratamento adequado para recuperar a visão.
Preocupação com bebidas adulteradas
A situação gerou receios entre consumidores e autoridades, que pedem atenção redobrada com a procedência das bebidas. O metanol, altamente tóxico, pode ser adicionado ilegalmente a bebidas como alternativa ao etanol, resultando em consequências graves para a saúde.
Medidas de prevenção
O governo federal orienta a população a adquirir apenas bebidas de fabricantes autorizados, com rótulo e selo de segurança. A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas também está acompanhando a situação, dada a gravidade dos casos recentes.










