Miguel Paiva compartilha sua visão sobre a longevidade

Miguel Paiva, aos 75 anos, fala sobre envelhecimento e a nova perspectiva que tem sobre a vida aos 60.
Miguel Paiva, aos 75 anos, reflete sobre a longevidade e como sua percepção sobre envelhecer mudou. O cartunista, conhecido por criar o Gatão de Meia-idade, revela que, ao observar homens e mulheres de 60 anos, enxerga “quanta vida há pela frente”. Ele compartilha suas experiências e desafios, incluindo a necessidade de uma prótese no joelho.
A trajetória de Miguel Paiva
Com uma carreira extensa como cartunista, ilustrador e escritor, Paiva é autor de personagens icônicos, como a Radical Chic e o Gatão. Ele ainda realiza uma charge diária para a plataforma Brasil 247 e participa de um programa sobre longevidade, denominado “O barato da idade”. Seu livro mais recente, “Diário do inferno”, discute o governo Bolsonaro.
Mudanças na percepção do envelhecimento
O Gatão de Meia-idade, que antes simbolizava um homem tentando parecer mais jovem, agora reflete a nova visão de Paiva sobre a idade. Ele destaca que o envelhecimento trouxe uma maior tolerância e uma nova forma de encarar a vida. Casado há 23 anos com a atriz Ângela Vieira, ele valoriza a família como sua maior referência, expressando o desejo de proteger seus entes queridos.
O legado do Gatão
A ilustração do Gatão de Meia-idade, que agora representa um homem sessentão, é uma das expressões artísticas mais significativas de Miguel Paiva. Ao abordar a idade e a longevidade, ele inspira outros a enxergar a beleza da vida em todas as suas fases. Miguel Paiva continua a ser uma voz ativa na cultura brasileira, contribuindo com humor e reflexão para a sociedade.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com










