Mudanças na pressão arterial e riscos associados

A perda de estrogênio na menopausa está associada ao aumento da pressão arterial e risco cardiovascular.
Em um novo estudo, foi identificado que a redução drástica do estrogênio na menopausa aumenta a pressão arterial e o risco de doenças cardiovasculares em mulheres. A cardiologista Andrea Brandão alerta que a mortalidade feminina por doenças do coração supera a do câncer, destacando a urgência de buscar atendimento imediato ao sentir dor no peito.
Diretrizes sobre hipertensão
A nova Diretriz Brasileira de Hipertensão redefine a pressão de 12×8 como pré-hipertensão, exigindo mudanças no estilo de vida, como atividade física regular e alimentação saudável. Para quem apresenta condições como diabetes ou histórico cardíaco, a medicação pode ser necessária antes de atingir 14 por 9.
Riscos adicionais
A diretriz também enfatiza que o uso de anticoncepcionais pode elevar a pressão arterial e que a hipertensão é um fator crucial de mortalidade materna e fetal no Brasil. Mulheres que enfrentaram pré-eclâmpsia na gestação devem ser monitoradas ao longo da vida.
A importância do monitoramento
O documento recomenda que a pressão arterial seja verificada anualmente a partir dos 3 anos de idade, especialmente para aqueles com histórico familiar de hipertensão. No Brasil, cerca de 32% da população adulta apresenta a condição, tornando essencial a conscientização e o cuidado com a saúde cardiovascular desde cedo.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com










