Paulinho da Força promete um projeto pacífico e consultivo

Deputado Paulinho da Força afirma que não irá criar um projeto que coloque o Congresso contra o STF, buscando pacificar as relações.
Em entrevista à CNN, o deputado Paulinho da Força (Solidariedade), relator do PL da Anistia, agora rebatizada como PL da Dosimetria, afirmou que não vai fazer “um projeto que possa jogar o Congresso Nacional contra o Supremo”.
“Acho que a minha indicação, tranquiliza o Supremo, que sabe que eu não vou fazer um projeto que possa jogar o Congresso Nacional de novo contra o Supremo”, disse o deputado, que foi escolhido por Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara dos Deputados, para ser o relator do projeto.
“Vou fazer um projeto que seja uma coisa pacífica, que possa pacificar com a Câmara, com o governo federal… Espero que a gente tenha um entendimento e que a gente saia disso pacificado”, destacou.
STF vê Paulinho da Força como “moderação necessária”
O relator da anistia ressaltou a importância de manter um diálogo aberto com todas as bancadas e afirmou que não contemplará aqueles que atentaram contra a democracia. Paulinho da Força também se reunirá com o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), para discutir os próximos passos.
Cenário da proposta
Na última quarta-feira (17), foi aprovada a urgência da proposta de autoria do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ). O cenário atual sugere que o texto se volte para a dosimetria de penas, especialmente para os que participaram dos atos golpistas do 8 de janeiro, sem oferecer perdão total. O texto original do projeto de Crivella concede anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política ocorridas entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor da lei.
Próximos passos
Paulinho da Força afirmou que irá ouvir as demandas de cada bancada na próxima semana, buscando construir um consenso que não atente contra os princípios democráticos. Ele acredita que o diálogo será fundamental para avançar na votação do projeto e evitar conflitos entre os poderes.
Notícia feita com informações do portal: www.cnnbrasil.com.br










