Decisão do partido foi tomada após mensagens ofensivas em grupo de WhatsApp

Paulo Muniz foi expulso do PL após ofensas a Michelle Bolsonaro em grupo de WhatsApp.
O PL (Partido Liberal) expulsou o vereador Paulo Muniz, que presidia o diretório municipal de Recife, por ter usado termos ofensivos contra Michelle Bolsonaro, presidente do PL Mulher e esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro. A expulsão ocorreu em 16 de setembro de 2025, em uma decisão conjunta das direções nacional e do Estado de Pernambuco, após a divulgação de mensagens do vereador chamando a ex-primeira-dama de “quenga” em um grupo de WhatsApp da Câmara Municipal de Recife.
Mensagens ofensivas e reações
O PL classificou as ofensas como “inaceitáveis” e ressaltou que agredir uma liderança que representa milhões de brasileiras vai contra os valores da legenda. As mensagens foram reveladas pelo site Metrópoles e ocorreram durante uma discussão sobre a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF por tentativa de golpe. Em resposta a vereadores de esquerda, Muniz fez comentários depreciativos, envolvendo não apenas Michelle, mas também a primeira-dama Janja da Silva.
Consequências da expulsão
Com a expulsão, Muniz perdeu a representação do PL na Câmara Municipal e a presidência do diretório municipal, cargo que ocupava há pouco mais de um mês. A decisão reflete a posição do partido em não tolerar ofensas a figuras públicas femininas. Até o momento, Paulo Muniz não se manifestou sobre a expulsão e não respondeu aos pedidos de comentários feitos pelo Poder360.
Importância do posicionamento do PL
A decisão do PL pode ser vista como um esforço para preservar a imagem da legenda e demonstrar compromisso com valores de respeito e dignidade, especialmente em um contexto político conturbado. A expulsão de Muniz sinaliza que o partido pretende manter um padrão ético entre seus membros, especialmente em relação a questões de gênero e respeito às mulheres na política.










