Eduardo Bolsonaro sugere intervenção militar dos EUA no Brasil


Um dia após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro sugeriu uma intervenção militar dos Estados Unidos no Brasil. Em entrevista, ele comparou a situação do Brasil à da Venezuela e afirmou que remédios diplomáticos não funcionariam mais. Eduardo, que está nos EUA, articula sanções contra autoridades brasileiras e acredita que o governo Trump estaria disposto a agir militarmente para defender a liberdade de expressão.

Eduardo Bolsonaro sugere intervenção militar dos EUA no Brasil
Foto: Congresso em Foco

Eduardo Bolsonaro defende intervenção dos EUA no Brasil após condenação de Jair Bolsonaro.

Um dia após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro na ação penal do golpe, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sugeriu nesta sexta (12) a necessidade de uma invasão dos Estados Unidos em território brasileiro. Em entrevista ao Metrópoles, ele comparou a situação do Brasil ao regime da Venezuela e afirmou que “remédios diplomáticos” não mais funcionariam.

“No Brasil pode perfeitamente, no futuro, ser necessário a vinda de caças F-35 e de navios de guerra, porque é o atual estágio da Venezuela, e você não consegue mais consertar aquilo dali com remédios diplomáticos como as sanções. Poderia ser um uso para o futuro”, disse. Eduardo também comentou a declaração da porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, que na última semana afirmou que o presidente Donald Trump não descarta “ação militar” contra países sancionados por questões relacionadas à liberdade de expressão. “Acho que foi muito feliz, (…) porque demonstra a disposição do governo Trump em defender as pautas da liberdade. Eu acho que se as autoridades brasileiras tiverem juízo, elas vão prestar muita atenção nesse discurso”, declarou.

Eduardo Bolsonaro está desde março nos Estados Unidos, onde articula sanções contra autoridades envolvidas no julgamento de seu pai, realizado na quinta-feira (11). Ele reivindica que a decisão do governo americano de incluir o relator da ação penal, ministro Alexandre de Moraes, na lista de restrições da Lei Magnitsky teria sido fruto de seu esforço. Ele foi indiciado pela Polícia Federal por coação no curso do processo.


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